sexta-feira, 31 de maio de 2013

AMOR PLENO (2012)

Você começa a assistir este filme e, já, no início, descobre que não é um filme e sim um poema visual com essência de amor. Já, no início, descobre que a linguagem é a mesma utilizada por Terrence Malick em “A Árvore da Vida” e, portanto, não pode ser assistido com expectativa de enredo, ou de começo, meio e fim.

Porém, se você se conectar com o poema, terá visto algo belo, inusitado e que diz com os relacionamentos amorosos e seus estágios, esses sim, todos com começo, meio e fim...

Começos encantadores, meios turbulentos e fins que dão origem a outros começos e recomeços e novos encantos e entardeceres luminosos em direção ao outro e ao âmago de si mesmo.

Para isso, Malick movimenta o corpo humano de forma tão real e em meio a fotografias vibrantes e também em movimento, que, se você se entregar, fará parte do filme com toda a poesia de sua vida concentrada no amor.

É um filme vermelho. É um filme do Amor. É mesmo pleno!


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